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Sarah e Alex retornam das férias escolares em uma atmosfera diferente. Além das conversas corriqueiras, ambos percebem uma curiosidade amorosa pelo outro. O início da paixão, marcado pelo despertar de sentimentos e sensações, ganha direção inesperada quando eles se veem em uma realidade aterrorizante: jovens começam a ser assassinadas na fictícia cidade litorânea onde vivem.
A sucessão dos crimes desencadeia um tormento para a garota, que passa a sofrer com pesadelos realistas e visões macabras. Em O Rito do Pentagrama, primeiro volume da série literária Os Artefatos Profanos, os protagonistas do escritor Vitor Truono precisam enfrentar as consequências das ações de forças ainda desconhecidas enquanto lidam com o próprio amadurecimento.
Diante da falta de resultados por parte das autoridades, Sarah decide iniciar a própria investigação. Ela descobre que a possível resposta para solucionar o mistério está ligada a um pentagrama, elemento central de rituais que seguem a mesma lógica: são realizados em mulheres apaixonadas e durante noites de lua minguante. Mas o que será necessário abdicar para garantir a sobrevivência?
— Por isso tenho tido visões estranhas?— Sim. Por você ser igualmente apta a canalizar energia com facilidade, às vezes, isso funciona inversamente também. Você pode monitorar o invocador. É assim que pode ajudar. Entende que essa pessoa é um assassino? Ele é responsável por crimes hediondos, e precisamos levá-lo à polícia.(O Rito do Pentagrama, p. 285)
A narrativa convida o leitor a entrar em uma história que mescla vivências comuns ao extraordinário. Elementos como amuletos mágicos, experiências sensitivas e dons sobrenaturais constroem um universo que transita entre a fantasia e o terror.
Com personagens que estão no turbilhão da adolescência, O Rito do Pentagrama se aproxima do público juvenil ao combinar a trama com referências do mundo pop. A música, por exemplo, é um dos recursos utilizados para contextualizar o enredo. Sucessos como “Equalize”, de Pitty, e “We Belong Together”, de Mariah Carey, embalam dramas que também tocam em assuntos como dependência química e saúde mental.
Inspirado por nomes como R. L Stine e Agatha Christie, Vitor Truono desenvolve uma história de enigmas que se conectam com o peso emocional da juventude. “O livro nasceu mais como um fluxo criativo do que como um projeto planejado — é uma história que fui descobrindo ao logo da escrita, impulsionado por vivências reais, memórias e emoções”, elabora o escritor.
Os três dias de Gramado Summit 2026 foram recheados de vários vértices do mercado online, desde palcos e palestras voltados para e-commerce, Inteligência Artificial, mundo dos games, turismo do futuro, marketing digital, inovação, vendas e empreendedorismo.
Além das palestras, o Serra Park virou um verdadeiro ponto de encontro para networking, parcerias e novos negócios através dos vários expositores e startups da região — e também nacionais.
Mais de 23 mil pessoas circularam durante os três dias de evento. Mas, mais do que números, a sensação era de estar vivendo um grande ecossistema em movimento.
O tema “Make It Human” trouxe um olhar necessário para o futuro
Em uma época em que tudo gira em torno da Inteligência Artificial e da automação, a edição de 2026 trouxe um tema extremamente provocativo: “Make It Human”.
A proposta do evento foi justamente discutir como a tecnologia pode continuar evoluindo sem deixar de lado aquilo que nenhuma máquina consegue substituir: criatividade, empatia, visão estratégica, conexões humanas e autenticidade. E isso ficou muito evidente nos conteúdos apresentados ao longo dos palcos.
O mais interessante da Gramado Summit é justamente a diversidade de assuntos acontecendo ao mesmo tempo. Enquanto um palco falava sobre IA aplicada aos negócios e produtividade, outro debatia creators economy, branding, vendas, comunidades, startups, futuro do turismo, games e transformação digital.
A Arena Geek, uma em que assisti muitas palestras, por exemplo, mostrou como o universo gamer e a cultura pop já fazem parte das estratégias de comunicação e negócios de grandes marcas.
Também foi impossível não perceber o quanto a Inteligência Artificial dominou as conversas deste ano. O evento trouxe uma abordagem interessante: como usar a tecnologia para potencializar ideias, acelerar processos e abrir espaço para que as pessoas foquem no que realmente importa.
O networking talvez seja uma das partes mais valiosas
Entre uma palestra e outra, os corredores do evento eram uma extensão dos palcos. A cada caminhada surgiam novas conversas, trocas de experiências, conexões inesperadas e oportunidades de negócio.
E talvez esse seja um dos maiores diferenciais de eventos presenciais como a Gramado Summit: a possibilidade de encontrar pessoas que estão construindo, criando e inovando em diferentes áreas — mas vivendo desafios muito parecidos. Futuros parceiros de negócios, trocas do mercado de trabalho, e muito mais.
Era possível conversar com empreendedores iniciando suas startups, profissionais do digital, investidores, creators, empresas tradicionais se reinventando e marcas buscando novas formas de se conectar com o público. Tudo no mesmo espaço.
O evento também reforçou como o Rio Grande do Sul continua sendo um polo forte de inovação e empreendedorismo. Entre os destaques, uma startup gaúcha venceu a principal disputa da Gramado Summit com uma solução voltada à prevenção de intoxicação por nicotina, mostrando como tecnologia e impacto social podem caminhar juntos.
Depois de tantos conteúdos, conexões e insights, fica aquela sensação de que eventos assim expandem a nossa visão. Porque não é apenas sobre aprender tendências novas.
- É sobre perceber como o mercado está mudando.
- Como as marcas estão se comunicando.
- Como a tecnologia está transformando profissões.
- E principalmente: como ainda existe espaço para autenticidade em meio a tanta automação.
A Gramado Summit 2026 terminou, mas deixou várias reflexões importantes sobre futuro, inovação e presença humana nos negócios. Com certeza, a certeza que ficou foi: Em um mundo cada vez mais tecnológico, o diferencial continua sendo aquilo que nos torna humanos.
Maví é a típica "garota perfeita" que todos admiram. Representante da turma de nono ano, filha exemplar, apoio para as amigas e influenciadora digital, a adolescente construiu uma imagem de alguém sempre pronta para resolver qualquer problema. Por trás disso, porém, existe uma menina que carrega o peso de ser responsável por tudo ao seu redor. Quando as coisas saem de controle, a protagonista de Brilhante Maví se vê no centro de situações que vão desafiar sua reputação, relações e a própria identidade.
Escrito pela autora best-seller Queren Ane, o livro já começa com uma cena divertida. Campeã das olimpíadas de português, Maví está determinada a consertar um simples acento gramatical fora do lugar em um mural da escola. Mas a tentativa termina em caos com o pôster do diretor rasgado ao meio (e muitas risadas com as melhores amigas Iza e Sofi, é claro). Esse perfeccionismo da personagem aparece também ao lidar com as pressões familiares, competições estudantis e um coração partido que ela não faz ideia de como remendar.
Todo mundo sabe que harmonia é paroxítona terminada em “a”. Não leva acento. [...] Dou um pulão e faço um microrrasgo. Encaro o “n” partido ao meio. Agora “harmonía” se tornou “harmo ia”. Céus! Destruímos a harmonia. Literalmente. (Brilhante Maví, p. 8 a 10)
Entre expectativas frustradas, confusões com os colegas e conflitos internos, a garota descobre que nem tudo pode ser consertado. O enredo mergulha na adolescência e na saúde emocional da Geração Z ao mostrar como a busca por aprovação externa pode gerar culpa e ansiedade. Queren Ane conduz Maví e também as leitoras em uma jornada de amadurecimento — ensinando que reconhecer os próprios limites e lidar com os seus erros também faz parte do crescimento.
Este lançamento da Editora Mundo Cristão captura a essência das salas de aula brasileiras: dos trotes escolares aos dilemas do primeiro amor e a onipresença das redes sociais. Ainda explora referências que geram identificação imediata com o público jovem, como músicas da cantora Taylor Swift, bandas de K-pop e doramas.
Apesar da fama mundial de Bruce Lee como astro das artes marciais, este livro revela uma camada que muitas pessoas desconhecem: a de um pensador profundo, filósofo, que via a vida como um constante processo de autoconhecimento, adaptação e presença.
Com uma narrativa íntima e acessível, Shannon (filha de Bruce Lee) reúne ensinamentos, reflexões e histórias que mostram como a filosofia do pai pode ser aplicada no cotidiano — não como teoria, mas como prática.
Artes marciais como metáfora para a vida
Existe um ponto central que atravessa toda a obra: as artes marciais nunca foram apenas sobre luta. Para Bruce Lee, elas eram um caminho de disciplina e, principalmente, de consciência.
Cada movimento, cada reação, cada decisão carrega um princípio que se conecta diretamente com a forma como vivemos: como lidamos com desafios, como reagimos às mudanças, como nos posicionamos diante do mundo.
“Seja como a água”: flexibilidade é força
A metáfora da água talvez seja o ensinamento mais conhecido — e também o mais profundo.
A água não resiste ao obstáculo.
Ela não entra em confronto direto.
Ela encontra outro caminho.
Ser como a água exige presença, inteligência e adaptação.
Exige entender que insistir sempre da mesma forma não é ser forte, pode apenas ser apego.
Na prática, isso se traduz em:
- Saber mudar de estratégia sem perder a essência
- Entender quando avançar e quando contornar
- Não se prender a formas rígidas de pensar ou agir
A água continua sendo água, independentemente do recipiente. E talvez esse seja o ponto: adaptar-se sem deixar de ser quem se é.
A vacuidade: o poder de esvaziar para enxergar
Outro ensinamento que se destaca é o conceito de vacuidade. A imagem é simples: uma xícara cheia não comporta mais nada. Se quisermos colocar mais café, ela transborda. Agora traz isso para a vida. Quantas vezes estamos “cheias” de certezas, julgamentos e interpretações antes mesmo de viver uma experiência? Quantas vezes deixamos de aprender algo novo porque acreditamos que já sabemos? A proposta aqui não é esvaziar para perder — é esvaziar para abrir espaço.
Espaço para novas ideias
Espaço para diferentes perspectivas
Espaço para enxergar com mais clareza
Sem esse vazio, não existe expansão.
Um dos maiores aprendizados do livro não está em uma frase específica, mas na forma como todas elas se conectam: tudo começa pela presença.
- Estar presente nos próprios pensamentos.
- Estar presente nas próprias ações.
- Estar presente nas próprias escolhas.
Sem isso, qualquer tentativa de mudança se torna superficial.
Bruce Lee não falava sobre perfeição — falava sobre consciência. Sobre observar, ajustar, evoluir.
E isso muda completamente a forma como encaramos o desenvolvimento pessoal: não como uma busca constante por “mais”, mas como um aprofundamento no que já está aqui.
Mesmo décadas após sua morte, os ensinamentos de Bruce Lee continuam relevantes. Talvez porque não estejam ligados a uma época — mas à natureza humana.
Em um mundo acelerado, onde tudo pede respostas rápidas, o livro propõe o oposto: presença, reflexão e intenção. Ele não traz fórmulas prontas. Não promete resultados imediatos. Mas oferece algo mais valioso: direção.
Vale a leitura? Se a proposta for apenas consumir mais um livro, talvez não. Mas se existe uma abertura real para olhar para dentro, questionar padrões e experimentar uma nova forma de se posicionar na vida, então sim — essa é uma leitura que faz sentido.
Seja como a água não é sobre se tornar alguém diferente. É sobre remover excessos, rigidez e distrações… até que reste apenas o essencial.
E, a partir disso, seguir com mais leveza, clareza e verdade.
Autora best-seller Katherine Center lança "The Love Haters" no Brasil pela Editora Jangada
27 abril 2026
A autora best-seller do New York Times Katherine Center está de volta às livrarias brasileiras com seu novo romance “Haters do Amor“, uma história divertida, repleta de romance, risadas e momentos eletrizantes que farão os leitores se apaixonarem na primeira página. A escritora ficou mundialmente conhecida por seus romances “The Lost Husband” e “Happiness for Beginners” que ganharam adaptações para a Netflix.
Na história de “Haters do Amor“, somos apresentados a Katie Vaughn, que já teve seu coração partido e jura que nunca mais vai acreditar em histórias de amor. Mas sua carreira como produtora de vídeo está em risco, e a única chance de se salvar é aceitar um trabalho de última hora com Tom “Hutch” Hutcheson, nadador-salvador da Guarda Costeira em Key West, na Flórida. O problema? Katie não sabe nadar, mas finge que sabe — e ainda precisa lidar com Cole, irmão de Hutch, que não suporta sua presença.
O que se segue é uma aventura hilária e romântica: aulas de natação, voos de helicóptero, concursos de quem bebe mais, furacões, beijos roubados e um dogue alemão fofo e travesso. Entre mentiras, risadas e momentos de ternura, Katie descobre que o amor pode surgir nos lugares mais inesperados… e que, às vezes, a pessoa que mais irrita você é talvez a única capaz de te fazer acreditar no amor novamente.
Com seu talento inconfundível, Katherine Center combina humor, emoção e personagens inesquecíveis, criando uma história que conquista tanto o coração quanto os risos do leitor, o que torna “Haters do Amor“ uma leitura essencial para fãs de Ali Hazelwood, Lynn Painter, e Jenna Evans Welch, e promete ser um dos romances mais comentados do ano.
— Não namoro ninguém há um ano. Será que odeio o amor?— Não sei — disse Cole. — E você? Sabe?Boa pergunta. Talvez. Um ano. Eu não tinha notado até dizer: já estava solteira havia um ano. Mas não tinha pensado que odiava o amor. Pensei que estava apenas me recuperando do amor. Não seria possível que alguém odiasse o amor, não é? Será que isso era permitido? Mas, na realidade... O que o amor já havia feito por mim além de me frustrar, me esgotar, me enganar e me decepcionar? Não tinha mesmo sido só perda de tempo e de energia? Talvez eu fosse muito crédula.Assisti a mais filmes da Disney do que deveria. Fui condicionada pelo excesso de comédias românticas da década de 1990. Talvez eu devesse ter tido um pouco mais de discernimento. — Acho que não odeio o amor — finalmente disse a Cole. — Mas, na verdade, não seria má ideia.
Elogios ao livro:
“O novo romance de Center é uma aventura encantadora, com personagens carinhosamente reservados e situações hilárias que revelam seus mundos de forma perfeita.” — Booklist
“Hilário, alucinante e cheio de ternura — um lembrete de que nossa primeira história de amor precisa ser sempre com nós mesmos.” — Jodi Picoult, autora best-seller do New York Times
O balbuciar de um eterno, de Dionysius Fredericus, não se propõe a organizar respostas. Pelo contrário. Ele se instala exatamente naquele espaço desconfortável — e ao mesmo tempo fascinante — onde as perguntas continuam abertas.
O próprio título já entrega o tom da experiência: balbuciar não é falha, é tentativa. É o gesto humano de tentar nomear aquilo que é grande demais para caber em definições. E talvez seja justamente aí que a obra começa a tocar algo mais profundo.
A escrita de Dionysius caminha por um território híbrido: não é apenas poesia, nem apenas filosofia. É um encontro entre as duas. E foi justamente isso que me deixou curiosa para conhecer a obra, e achá-la tão diferente do que já li até hoje.
Dividido em quarenta fragmentos, o livro reúne pensamentos, imagens e inquietações que não seguem uma lógica linear. Cada trecho funciona como uma fresta — pequena, mas suficiente para deixar entrar luz.
Aqui, o leitor não é conduzido. Ele é convidado. Ao invés de consumir um conteúdo, você passa a participar dele.
Ao longo da obra, surgem questões antigas — e inevitáveis:
- Quem somos além do que mostramos?
- Existe um início ou estamos sempre no meio?
- O que permanece quando tudo muda?
Essas perguntas ecoam pensamentos de grandes nomes da filosofia como Platão, Heráclito, Friedrich Nietzsche, Søren Kierkegaard e Jean-Paul Sartre — não como citações diretas, mas como presenças no texto. Ao mesmo tempo, o livro dialoga com ideias contemporâneas sobre ciência, espiritualidade, carma e ciclos da existência.
É como se diferentes tempos e visões se encontrassem no mesmo ponto: o mistério de existir.
Talvez a melhor forma de definir O balbuciar de um eterno seja essa: não é um livro para entender. É um livro para sentir. Ele não entrega respostas prontas, nem tenta organizar o mundo ou os pensamentos. Como se, ao invés de encontrar certezas, você aprendesse a conviver melhor com as perguntas.
Esse livro é sobre o esforço humano de traduzir o infinito — mesmo sabendo que nunca será completo. E, ainda assim, continuar tentando.
Se você gosta de poesia e filosofia, te convido a conhecer a obra. CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS.
Manu e Duda sempre foram inseparáveis. Daquelas amizades que se constroem nos pequenos rituais do dia a dia, como dividir o lanche no intervalo, trocar confidências e encontrar um espaço seguro uma na outra. No entanto, com a chegada do 6º ano na escola, algo começa a mudar. Em meio a novas dinâmicas, sentimentos difíceis de nomear e silêncios que passam a ocupar o lugar das conversas, a relação entre as duas se transforma. É nesse território sensível de transição da infância para a adolescência que acontece a narrativa de Minha (quase) ex-melhor amiga, lançamento de Rebeca Kim.
Na obra, publicada pela VR Editora, o leitor acompanha o início desse distanciamento a partir de situações cotidianas que, aos poucos, ganham novos significados. O ciúme diante de novas amizades, pequenas atitudes mal interpretadas e um gesto impulsivo que gera desconfiança passam a tensionar a relação das meninas. Esse acúmulo de emoções é evidenciado durante os ensaios para a festa junina, quando já não encontram mais o mesmo ritmo, nem na dança, nem na amizade.
O conflito ganha novos contornos quando a falta de sincronia dá início a uma discussão verbal, que evolui para uma briga física, causa a queda de Manu de sua cadeira de rodas e termina com as duas suspensas por três dias. Longe da rotina escolar, é no silêncio da ausência que percebem o quanto a amizade ainda ocupa um lugar central em suas vidas, seja na falta das conversas sobre séries, das partidas de videogame ou na simples presença uma da outra.
Incentivada pelas mães, Manu toma a iniciativa de se reaproximar, e o reencontro acontece com o pretexto de ensaiarem a coreografia da apresentação. Entre conversas e confissões, Duda revela o que não conseguiu dizer antes e, pela primeira vez, conseguem falar sobre o que estavam sentindo. Mais do que resolver o desentendimento, esse episódio marca o início de uma nova forma de se relacionar: mais honesta, aberta e atravessada pelas descobertas dessa fase.
Manu e Duda facilmente andariam no recreio, ou melhor,no intervalo com minhas personagens. Em “Minha (quase) ex-melhor amiga”,você vai ver que com uma boa rede de apoio podemos passar pela adolescênciacom mais carinho e entender que todos os sentimentos são válidos— a gente só precisa não ter medo de entendê-los melhor.Thalita Rebouças, escritora best-seller
Carioca, nipo-brasileira e cadeirante, Rebeca Kim constrói um enredo em que a diversidade aparece de forma orgânica, integrada à vida das personagens, sem ser tratada como obstáculo. Ao trazer uma protagonista negra, cadeirante e filha de duas mulheres com naturalidade e afeto, a autora amplia as possibilidades de identificação para jovens leitores, sem recorrer a estereótipos ou a uma visão limitada dessas vivências. Com ilustrações delicadas de Purin Naka, que retrata cada fase da amizade das protagonistas, Minha (quase) ex-melhor amiga é uma história sobre amadurecimento que acolhe, representa e convida à empatia, reforçando que toda experiência merece ser vista em sua complexidade e, sobretudo, em sua potência.
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