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O que é mais difícil: enfrentar monstros ou baixar a guarda para quem mal conhece? Esse dilema conduz Os Reinos Vitrais, livro de estreia de Vitória Souza no gênero da fantasia épica. Publicado pela Editora Mundo Cristão, o lançamento marca um novo capítulo na carreira da escritora, que ganhou os olhares do mercado editorial brasileiro com o anúncio da adaptação da ficção cristã Círculos não são infinitos, pelo Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo.
A trama se passa entre dois mundos opostos: as Terras Sem Magia, um território seco e corrupto no qual a sobrevivência é a única regra; e os Reinos Vitrais, onde a magia ainda existe, mas a população sofre com a ameaça crescente e constante dos Amorfos, temidas criaturas das trevas. É nesse universo dividido que os caminhos de dois personagens solitários se cruzam.
Nascido nas Terras Sem Magia, Aeron Dale é um mercenário carismático, cínico e completamente avesso à ideia de criar vínculos. Do outro lado está a fria e calculista Quimera Érkis, guerreira dos Reinos Vitrais movida pela obsessão de destruir os Amorfos. Quando seus destinos se entrelaçam, os dois são lançados em um enigma mortal envolvendo uma cidade que só existia nas lendas. E para completar essa missão perigosa, precisam fazer o que nunca se permitiram antes: trocar a solidão pelo risco de confiar em alguém.
“Todos aqueles que amo esperam que eu os proteja, não que eu os coloque em risco. Então, decidi entrelaçar a minha magia à de um estranho de rosto bonito, porque… Só uma vez na vida, eu não queria lutar sozinha.” (Os Reinos Vitrais, p. 213)
Reinos Vitrais une aventura, romance com trope de proximidade forçada e um worldbuilding (universo fictício) complexo, repleto de criaturas e artefatos mágicos. Combinando esse cenário imersivo aos conflitos emocionais dos protagonistas, a romantasia também aborda temas como fé, amizade, confiança e heroísmo, tornando a leitura atrativa para o público jovem e fãs de literatura fantástica. Sobretudo, Vitória Souza oferece uma mensagem positiva sobre conexões, mostrando aos leitores que a maior força humana vem justamente da coragem de ser vulnerável.
Na pacata Cataguases, do interior de Minas Gerais, os habitantes costumam ter uma vida tão tranquila que investigar crimes hediondos raramente faz parte da rotina policial. Porém, essa quietude se transforma em medo quando três crianças são encontradas mortas em um galpão abandonado em uma área residencial nobre.
Bartolomeu Franco assume a investigação desse caso, ao lado do parceiro Cenoura, no romance policial Não existe acaso no inferno, escrito por Vinícius Ferreira. As vítimas foram encontradas com maquiagem e uniformes escolares, sem nenhum sinal de violência. Em suas gargantas, havia um anel metálico com uma expressão em latim, e o local onde estavam havia sido registrado como uma igreja – apesar de ser um espaço desabitado.
Enquanto descobrem novas informações, principalmente sobre um fanático religioso obcecado pelo “décimo primeiro mandamento”, os protagonistas adentram um labirinto de corrupção que desafia as estruturas de uma sociedade marcada pelo silêncio. Durante o trabalho, ambos revelam como um crime perverso pode acontecer à vista daqueles que, da janela de seus condomínios caros, preferem ignorar a dor de seus vizinhos.
Ao atravessar temas como as desigualdades sociais e os abusos de poder, o autor revela um Brasil sombrio através das lentes do noir. A partir de elementos clássicos desse subgênero policial, a obra imerge em uma realidade que muitos fingem não existir, mas que permeia todas as relações no país.
Quantas doses de verdades existem numa mentira? O que é a mentira? É com intenção de mentir que se anuncia uma meia verdade? O meu xadrez, o meu quebra-cabeça. Fazia os movimentos, a montagem. Ambos não me estimulavam e nem me divertiam. Eu tinha raiva. Muita raiva por saber que o Laércio Mendes não se preocupava em apurar suas informações. Não investigava, não checava nem mesmo a idoneidade das fontes dele. Na sua balança ética, eram os montantes depositados na conta de cada um dos pratos os responsáveis pela decisão de qual devia pesar mais.(Não existe acaso no inferno, p. 79)
À medida que a trama avança, os leitores também precisam questionar seus limites éticos devido à ambiguidade moral dos personagens. Bartolomeu, por exemplo, precisou colocar o pai em um asilo e alimenta a culpa de não dar atenção à família. Apesar dos diversos problemas com o patriarca, que sempre desaprovou a profissão do filho, vive o sonho de uma conciliação aparentemente impossível por causa da demência do velho.
“A ideia deste livro nasceu de uma história que ouvi quando era criança, sobre um amigo do meu tio que havia comprado uma casa antiga. Ao iniciar os trabalhos de demolição, o proprietário teria descoberto um cadáver oculto no revestimento do banheiro. Essa história me perseguiu por anos, porque ninguém nunca soube de quem era o corpo, e me trouxe uma reflexão: nem todos os mortos têm seus nomes conhecidos”, afirma o escritor.
Durante muitos anos, li centenas de histórias. Escrevi resenhas, gravei vídeos, entrevistei autores, compartilhei leituras e acompanhei o impacto que uma boa história pode ter na vida de alguém.
Sempre acreditei que os livros são muito mais do que entretenimento. Eles têm o poder de nos fazer companhia em momentos difíceis, nos apresentar novas perspectivas e, às vezes, até nos ajudar a encontrar respostas para perguntas que nem sabíamos que tínhamos.
Mas, em algum momento dessa caminhada, uma pergunta começou a surgir dentro de mim: E se fosse a minha vez de escrever uma história? Essa pergunta ficou comigo durante muito tempo.
Ela amadureceu, entre leituras, cafés, anotações espalhadas em cadernos e muitas conversas sobre a vida. Eu não queria escrever apenas um romance. Também não queria escrever um livro de desenvolvimento pessoal ou um manual cheio de respostas prontas.
O que eu queria era criar uma história que abraçasse o leitor.
Uma história que desacelerasse o tempo.
Uma história que lembrasse que, às vezes, tudo o que precisamos é da conversa certa.
Foi assim que nasceu Os Conselhos da Mesa do Céu Estrelado.
Um livro sobre encontros
A protagonista da história é Sofia.
Ela tem 35 anos, trabalha em um escritório, vive uma rotina corrida e sente aquela sensação que tantas pessoas conhecem bem: a impressão de estar apenas sobrevivendo aos dias.
Ela acorda cedo, trabalha, resolve problemas, cumpre prazos, chega em casa cansada... e, mesmo fazendo tudo o que sempre acreditou que deveria fazer, sente um vazio difícil de explicar.
Até que, em um dia comum de garoa fina, ela entra quase por impulso em uma pequena cafeteria.
É ali que conhece Afrodite.
Uma senhora de olhar sereno que, em poucos minutos de conversa, consegue perceber aquilo que Sofia tentava esconder até de si mesma: o cansaço de viver sem realmente estar presente na própria vida.
Esse encontro dá início a uma jornada composta por sete conversas. Sete cafés. Sete conselhos.
Mas não espere uma personagem que entrega fórmulas mágicas.
Afrodite não resolve os problemas de Sofia.
Ela apenas faz aquilo que as pessoas mais sábias costumam fazer: escuta com atenção, faz perguntas e oferece novos olhares sobre situações que pareciam impossíveis de mudar.
Uma ficção de cura
Quando comecei a falar sobre este livro, percebi que ele não cabia em uma única categoria. Ele não é um livro de autoajuda. Também não é um romance tradicional. Gosto de defini-lo como uma ficção de cura. Porque a transformação acontece por meio da narrativa, dos personagens humanos, imperfeitos e profundamente reais, vivendo conversas que poderiam acontecer com qualquer um de nós.
Ao acompanhar Sofia, talvez você também se faça perguntas sobre sua carreira, seus relacionamentos, sua forma de enxergar o tempo, a espiritualidade, os recomeços e aquilo que realmente importa.
Acredito que algumas histórias não existem para ensinar. Elas existem para despertar.
E, quem sabe, é justamente isso que torna a literatura tão especial.
Por que uma cafeteria?
Quem me acompanha há algum tempo sabe que café e livros sempre fizeram parte da minha rotina.
Existe algo de muito bonito em sentar à mesa sem pressa. Enquanto o café esquenta as mãos, as conversas costumam aquecer a alma. Foi por isso que escolhi uma cafeteria como cenário principal.
Ela representa um lugar onde as pessoas diminuem o ritmo, respiram um pouco mais fundo e se permitem estar presentes.
No livro, a mesa deixa de ser apenas um móvel. Ela se torna um espaço de encontros. Um lugar onde não existem julgamentos. A Mesa do Céu Estrelado não é apenas um lugar físico. Ela representa todos os espaços onde a vida muda porque alguém decidiu conversar.
Para quem escrevi este livro?
Escrevi este livro para quem sente que anda vivendo no piloto automático.
Para quem gosta de histórias acolhedoras.
Para quem acredita que os encontros têm um propósito.
Para quem gosta de personagens que parecem pessoas de verdade.
Para quem ama livros com atmosfera de café, chá, chuva e boas conversas.
E também para quem simplesmente deseja fazer uma pausa.
Vivemos em um mundo que nos convida o tempo todo a correr.
Talvez a literatura seja um dos poucos lugares onde ainda podemos caminhar devagar.
Um convite
Se este livro chegou até você, espero que ele encontre também um lugar na sua estante — mas, principalmente, no seu coração.
Espero que, ao abrir a primeira página, você sinta a mesma sensação de quando alguém nos convida para um café. Sem expectativas. Sem respostas prontas. Apenas com a disposição de ouvir uma boa história.
Porque, no fundo, acredito que algumas das conversas mais importantes da nossa vida acontecem quando nos permitimos parar, observar, sentar à mesa. E talvez exista uma cadeira esperando por você na Mesa do Céu Estrelado.
Onde encontrar Os Conselhos da Mesa do Céu Estrelado
O livro já está disponível para compra nas versões física e digital.
📚 Livro físico: Direto com a autora ou na Shopee
📖 E-book e Kindle Unlimited: Na Amazon
Encontre comigo na Bienal do Livro de São Paulo 2026
Em setembro, estarei todos os dias em SP e alguns dias na Bienal do Livro. Se você preferir receber seu exemplar em mãos, será um prazer entregar o livro pessoalmente, autografá-lo e conversar um pouco sobre essa história que agora também passa a fazer parte da sua.
Você pode reservar seu exemplar para retirada durante a Bienal pelo formulário clicando aqui.
Espero encontrar você por lá.
Deixar Pra Lá Também é Bater de Frente: quando seguir em frente também é um ato de coragem
29 maio 2026
Por que insistimos tanto em remoer os porquês das coisas?
Por que algumas situações continuam ocupando espaço dentro da gente mesmo depois de terem acabado? Talvez porque fomos ensinados a acreditar que precisamos entender tudo antes de seguir em frente. Como se cada despedida ou falta, precisasse de explicação. Como se cada dor precisasse fazer sentido.
Eu já estive deste lado, de ficar questionando, tentar achar uma resposta, um sentido para os fatos. Mas nem sempre faz sentido. Às vezes, as coisas simplesmente acontecem. E talvez deixar pra lá seja justamente o que precisamos para continuar vivendo.
Esse é o mote de Deixar Pra Lá Também é Bater de Frente, da autora Vanessa Brunt. Um livro que mistura contos, frases, poemas e reflexões em textos carregados de sentimentos — mas não daqueles sentimentos leves e confortáveis. Pelo contrário. Vanessa escreve, também, sobre aquilo que dói, que incomoda, que aperta as feridas que tentamos esconder. E talvez seja justamente por isso que sua escrita seja tão necessária.
Já conheço a escrita da Vanessa há alguns anos e, ainda assim, continuo me surpreendendo com a forma como seus textos conseguem atingir exatamente aquilo que evitamos olhar.
Os textos funcionam quase como um “dedo na ferida”. Escrita que incomoda para nos fazer refletir. Obriga a encarar sentimentos guardados, relações mal resolvidas, traumas silenciosos e dores que continuam dentro da gente. Ao mesmo tempo, existe acolhimento.
A autora não escreve como alguém que tem todas as respostas. Pelo contrário: ela escreve como quem entende que todos somos feitos de traumas, vivências, rachaduras, confusões, perdas e tentativas de reconstrução.
Todos carregamos mundos dentro de nós
Uma das coisas mais bonitas do livro é perceber como a autora constrói personagens profundamente humanos. Todos ali carregam histórias difíceis. Mágoas antigas. Medos. Culpa. Feridas emocionais que atravessam o cotidiano de maneiras diferentes.
E talvez o grande ponto da obra esteja justamente nisso: entender que toda pessoa é um universo inteiro dentro de si. Todos somos um emaranhado de histórias, acontecimentos e cicatrizes invisíveis.
Enquanto acompanhamos os contos, também somos convidados a olhar para nossas próprias dores. Para aquilo que ainda seguramos dentro da gente, mesmo sabendo que já deveríamos ter soltado.
O livro não segue uma estrutura tradicional. Vanessa Brunt mistura contos com poemas, frases reflexivas e seus já conhecidos jogos de palavras. E funciona muito bem.
A leitura flui de forma intensa e emocional. Em alguns momentos, você para porque uma frase "te pegou mais profundamente". Em outros, porque um personagem desperta identificações desconfortáveis demais.
Existe uma sensibilidade muito forte na maneira como a autora transforma sentimentos difíceis em palavras. E talvez seja exatamente isso que faz com que tanta gente se conecte com seus textos.
Se você gosta de livros reflexivos, escritos intensos e textos que misturam poesia, sentimentos e realidade, Deixar Pra Lá Também é Bater de Frente provavelmente vai conversar com você em algum nível.
É uma leitura para sentir. Para marcar frases (quem me conhece sabe que adoro rabiscar livros kkkk). Para pausar em alguns capítulos e respirar fundo.
Vanessa Brunt escreve para quem já entendeu que existir também é lidar com dores, processos de cura e recomeços. E talvez o mais bonito seja justamente perceber que seguir em frente nem sempre significa esquecer. Às vezes, significa apenas parar de carregar aquilo que já pesou demais.
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O Filho do Carpinteiro: um livro que emociona, provoca e faz refletir sobre a humanidade
28 maio 2026
Uma leitura emocionante sobre fé, dor, esperança e humanidade. Descubra por que O Filho do Carpinteiro, de John Gray, foi um dos livros mais surpreendentes e emocionantes que li recentemente.
Quando comecei a leitura, imaginei que encontraria apenas uma narrativa mais religiosa ou uma história previsível sobre fé. Mas fui completamente surpreendida. O livro entrega muito mais do que isso: ele fala sobre dor, perdas, julgamentos, esperança, humanidade e sobre como, muitas vezes, estamos tão presos ao cinismo que deixamos de enxergar os pequenos milagres ao nosso redor. E talvez seja justamente isso que torna essa leitura tão especial.
A trama acompanha Brooklyn, uma jornalista investigativa, conhecida por desmascarar fraudes e expor mentiras. Brooklyn é extremamente cética. Ela não acredita facilmente nas pessoas e carrega consigo uma visão amarga da humanidade.
Certo dia ela começa a investigar um pai e uma filha violinistas que, segundo rumores, sequer tocam de verdade — apenas fingem enquanto a música toca ao fundo. Ou um homem que afirma ser cego, mas que aparenta enxergar perfeitamente. Determinada a provar que tudo não passa de manipulação emocional, Brooklyn inicia uma investigação.
Mas tudo muda quando ela cruza o caminho de um homem misterioso conhecido apenas como “O Filho do Carpinteiro”. E é nesse momento que a narrativa deixa de ser apenas uma investigação jornalística e se transforma em algo muito maior.
Em outra parte da narrativa, conhecemos Piper e Gabriel. Piper perdeu o irmão para a guerra e carrega dentro de si uma mistura dolorosa de tristeza e raiva. Ela não consegue compreender as escolhas do irmão e, de certa forma, também não consegue perdoá-lo por ter partido.
É aí que o misterioso Edward aparece na vida deles para mostrar que talvez nem tudo seja exatamente como enxergamos. Que existem feridas invisíveis. Que existem dores silenciosas. E que tudo acontece por uma razão.
@lendocomcafe Lançamento da @Editora Rocco que vai te emocionar e abraçar sua fé 📚🥹🥰 #booktokbrasil . #booktok #editorarocco #ofilhodocarpinteiro #literaturacristã ♬ Crystalline Clarity - Ernesto P. Neto
Foi impossível não me emocionar em vários momentos dessa leitura. O livro toca em lugares muito profundos da experiência humana.
Ele fala sobre perda.
Sobre fé.
Sobre julgamentos.
Sobre empatia.
Sobre como enxergamos os outros.
E principalmente sobre como enxergamos a nós mesmos.
O mais interessante é que a narrativa é extremamente fluida. A leitura prende, envolve e faz com que seja difícil parar.
John Gray constrói uma história sensível, emocionante e cheia de reflexões sem deixar a trama pesada. Existe um equilíbrio muito bonito entre emoção, mistério e espiritualidade.
O Filho do Carpinteiro fala sobre esperança em tempos difíceis. Sobre enxergar além das aparências. Sobre entender que talvez existam coisas que simplesmente não conseguimos explicar.
E principalmente: sobre lembrar que nunca estamos completamente sozinhos.
Foi uma leitura que me surpreendeu muito mais do que eu imaginava e que certamente vou guardar comigo por bastante tempo. Se você decidir ler, prepare o coração.
As paisagens de Montreal, no Canadá, ganham contornos sobrenaturais quando quatro demônios fogem do inferno em busca de liberdade e passam a viver escondidos entre humanos. Asmodeus, Belial, Mephistopheles e Raum abandonam as funções nas profundezas sem autorização e transformam casas noturnas, bares de jazz e ruas decadentes da cidade canadense em refúgio improvisado enquanto tentam escapar da perseguição infernal.
Diferente do imaginário tradicional ligado ao caos e à destruição, eles querem apenas experimentar a vida na Terra, frequentar boates, ouvir música boa, beber, ter noites de prazer e descobrir como funciona a vida longe das regras controladoras do submundo.
É dessa forma que inicia a nova romantasia dark e paranormal Meu namorado demoníaco, escrito pela best-seller do New York Times Aurora Ascher e publicado no Brasil pelo AMORE, selo da VR Editora.
Ao unir comédia, cenas hot e elementos da fantasia, a autora apresenta um universo em que criaturas circulam entre as pessoas sem chamar atenção graças à tendência da humanidade em ignorar tudo que ameaça sua noção de realidade. Ash, conhecido no Inferno como Asmodeus, vive sob uma maldição que o tornou invisível ao desejo humano: o ex-demônio da luxúria não sente gosto, enxerga o mundo apenas em preto e branco e é tratado por todos como alguém sem qualquer atrativo. Mas sua rotina muda no momento que Evangeline, uma violinista talentosa de Montreal, não apenas percebe sua presença, mas sente atração imediata por ele.
A relação entre os dois começa em uma boate, quando a apresentação da musicista chama a atenção do príncipe demoníaco, enquanto ela se surpreende ao encontrar o único homem realmente concentrado em sua música.
Em meio aos irmãos que tentam se adaptar à vida na Terra e usar o próprio charme para circular entre humanos, Ash descobre na canção de Eva algo capaz de romper sua apatia. O envolvimento dos dois mistura atração imediata, desejo reprimido, beijos ardentes e tensão sobrenatural, até ser interrompido por um ataque armado que revela à jovem a verdadeira aparência dos fugitivos diabólicos.
Só porque tinham escapado não significava que estavam fora de perigo. Visitas não autorizadas à Terra eram expressamente proibidas. Apesar das mentiras e manipulações, demônios estavam sempre obedecendo a ordens especiais quando visitavam o reino dos humanos. Demônios fugindo completamente de seus deveres e deixando o Inferno sem autorização? Eratão contra as regras que não tinha nem graça. (Meu namorado demoníaco, p. 11)
Após o ataque, a moça tenta convencer a si mesma de que tudo não passou de um delírio causado pelo caos da noite. Mesmo assim, a lembrança de Ash e da conexão imediata entre os eles continua presente. Intrigada com o homem que parecia enxergar e sentir sua música de um jeito diferente de todos ao redor, a protagonista decide reencontrá-lo para descobrir quem ele realmente é. Enquanto o demônio tenta esconder a própria origem e manter distância para protegê-la, os encontros intensificam a atração, o desejo e a curiosidade que passam a aproximá-los cada vez mais.
Para além do romance dark, Aurora Ascher utiliza humor, cultura musical e elementos paranormais para discutir isolamento, pertencimento e o que é ser verdadeiramente livre. Os protagonistas tentam romper estruturas de controle enquanto lidam com maldições, traumas e a dificuldade de construir vínculos reais.
Em meio a jazz, caos urbano e criaturas míticas, a autora constrói uma história sobre desejo, identidade e o impacto de finalmente ser visto por alguém em um mundo que insiste em ignorar o que não consegue compreender. Meu namorado demoníaco é o primeiro volume da série Hell Bent – Amores Infernais.
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Connection Terroirs do Brasil reúne grandes nomes do turismo, gastronomia e Indicações Geográficas em Gramado
23 maio 2026
Gramado será palco, de 10 a 13 de junho, de uma das principais experiências brasileiras voltadas aos produtos de origem e às Indicações Geográficas (IGs). O Connection Terroirs do Brasil chega à edição deste ano consolidado como a maior vitrine nacional dedicada aos terroirs brasileiros, reunindo experiências culturais, gastronômicas, conteúdo especializado e negócios em uma programação distribuída por diferentes espaços do centro da cidade.
Com o tema “Feito com alma, a muitas mãos”, o evento valoriza os territórios, os saberes tradicionais e as conexões entre produtores, especialistas e o público. Realizado pela Rossi & Zorzanello em parceria com o Sebrae, o Connection transforma Gramado em um grande palco para debates sobre cultura, turismo, inovação, gastronomia e desenvolvimento regional.
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| Daniela Filomeno |
Um dos grandes destaques da programação é o palco de conteúdo, que reunirá especialistas reconhecidos nacional e internacionalmente para discutir tendências, experiências, posicionamento de marca, turismo, patrimônio cultural, gastronomia e o futuro das Indicações Geográficas.
Entre os palestrantes confirmados está a jornalista e apresentadora Daniela Filomeno, referência em turismo e gastronomia no Brasil. Comandando o programa CNN Viagem & Gastronomia, Daniela já visitou mais de 60 países produzindo conteúdos sobre cultura, hotelaria e experiências exclusivas.
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| Araceli Ramos |
O evento também contará com a participação de Araceli Ramos, executiva sênior de Relações Públicas da José Cuervo e idealizadora do complexo turístico Mundo Cuervo, reconhecido internacionalmente por unir cultura, experiência e valorização da tequila mexicana.
Outro nome confirmado é Rodrigo Ruas, jornalista, apresentador e empresário hoteleiro que soma mais de duas décadas de atuação na televisão e se tornou um dos principais influenciadores de viagens do país.
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| Rodrigo Ruas |
Na área de branding e posicionamento de marcas, o palco recebe Monica Rayol, designer de informação e estrategista que desenvolveu projetos para marcas globais como Microsoft, HP e Canon, conectando identidade visual, cultura e valor de mercado.
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| Monica Rayol |
As discussões sobre Indicações Geográficas e desenvolvimento sustentável terão a presença do pesquisador francês Jean-Louis Le Guerroué, doutor em Ciência dos Alimentos e especialista em patrimônio alimentar, agroecologia e diferenciação de produtos territoriais.
O universo dos cafés especiais será representado por Cecilia Nakao, diretora-presidente da associação responsável pela Denominação de Origem Caparaó e uma das referências na valorização dos cafés brasileiros de origem.
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| Cecilia Nakao |
Na gastronomia, o Connection reunirá chefs que trabalham diretamente com território, sazonalidade e identidade cultural. Entre eles, Rodrigo Bellora, reconhecido por valorizar ingredientes locais e pequenos produtores da Serra Gaúcha, e Pedro Soares, representante de Florianópolis na Rede de Cidades Criativas da Gastronomia da UNESCO, com passagens por cozinhas como Noma e El Bulli Lab.
Também integra a programação o chef e historiador Felipe Cavalcanti, que conecta pesquisa histórica, cultura alimentar e sustentabilidade em projetos gastronômicos voltados aos produtos com IG.
O debate sobre comércio internacional, propriedade intelectual e acordos globais terá participação de especialistas como Rafael Mafra e Daniel França, ambos com atuação em negociações internacionais e estudos ligados às Indicações Geográficas.
A programação ainda valoriza o artesanato e os saberes tradicionais brasileiros com a presença da artesã paraibana Marlene Leopoldino, reconhecida pela UNESCO e pelo Conselho Mundial do Artesanato por seu trabalho com renda tradicional nordestina.
O nome mais recente a ser confirmado é para a conexão internacional com o Peru. Fernando Castillo é um diplomata comercial e especialista em negócios internacionais, com ampla atuação na promoção das exportações peruanas e na internacionalização de mercados.
O palco contará também com mediações de profissionais ligadas ao turismo, comunicação, inovação e economia criativa, como Anelise Zanoni, Sara Bodowsky, Kelly Bruch e Maira Fontenele Santana.
Além do conteúdo técnico, o Connection Terroirs do Brasil promove experiências sensoriais, circuito gastronômico, exposições, feira de produtos certificados e ativações culturais, fortalecendo a conexão entre turismo, identidade territorial e economia criativa. Mais informações no site connectionexperience.com.br e nas redes sociais @connection_experience
Texto: Fernando Gusen | Foto: Connection/Divulgação
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